quarta-feira, 11 de junho de 2014

Informação: Mal de Altitude




Soroche, o mal de altitude: será que é tão mau assim?

Texto produzido por  Mariana Amaral • 9 junho, 2014
Extraído do site: http://www.viajenaviagem.com/2014/06/mal-de-altitude-soroche-sintomas-como-combater/

Eu estava em frente à esteira do aeroporto de Cusco esperando a minha mala chegar, quando de repente me dei conta: “Que engraçado… estou respirando!”. Não contem para a minha mãe, mas desde que eu soube que iria viajar a Cusco e Machu Picchu eu fiquei bem preocupada quanto ao mal-estar que poderia sentir pela altitude.
Os principais sintomas do mal de altura (soroche, para os peruanos) são falta de ar, tontura, enjoo e dor de cabeça. Pela experiência do meu grupo e pelos relatos que li, eu concluí duas coisas:
1) sentir-se mal é quase inevitável;
2) com alguns cuidados, você consegue não se sentir tão mal assim.
Minha ideia do soroche era já sair da porta do avião ofegando e me escorando pelas paredes (ok, exagerei um pouco aí). Na verdade, os efeitos são menos drásticos e vêm mais despacito – devagar o suficiente para você conseguir atravessar o estacionamento do aeroporto e caminhar até as vendinhas do outro lado numa boa. Ali você encontra balinhas de coca para comprar (peça por caramelos de coca).
As balas de coca com mel são gostosinhas e prometem ajudar na oxigenação do sangue.
Desse momento em diante, vá com calma. Chegou no hotel em Cusco, fez o check-in, subiu com as malas e está se sentindo ótimo? Maravilha, mas resista à tentação de já partir para um rolê pelos pontos turísticos da cidade. Vá até a esquina, tome um café, veja o movimento, e espere para turistar no dia seguinte.
Dar um tempo para o seu corpo se acostumar com a altitude é a melhor forma de amenizar o soroche.
O que é o soroche
O soroche é o mal-estar que pessoas que moram em cidades mais próximas ao nível do mar sentem em altitudes elevadas. Quanto maior a altitude, mais rarefeito é o ar – e pior nos sentimos. Nossa respiração fica mais rápida e os batimentos cardíacos aumentam enquanto o nosso corpo tenta se habituar às novas condições de clima.
Machu Picchu está a 2400 metros acima do nível do mar. Cusco, 3400 metros acima.
Como amenizar os sintomas
O combate ao mal de altitude começa na definição do roteiro: programe uma passagem sem correria pelas cidades mais altas, reservando o primeiro dia para se aclimatar.
Mascar folhas de coca é uma tradição andina que alivia o mal-estar. As folhas também podem ser usadas para fazer chá; fica bem gostoso. São estimulantes, então melhor não tomar tarde da noite.
Na alimentação, a dica é evitar bebidas alcoólicas, tomar bastante água e comer comidas leves. O chá de muña é digestivo e ajuda a melhorar os enjôos.
As Sorojchi Pills são no Peru o remédio mais popular para o combate ao mal de altura (bem, pelo menos entre os turistas). A composição é ácido acetilsalicílico, cafeína e salófeno. O que é salófeno o Google não me ajudou a descobrir, mas os demais componentes você pode encontrar em outros remédios no Brasil mesmo. Comprar as Sorojchi Pills não é indispensável, não.
Os hotéis mais bambambãs de Cusco (como o Belmond Hotel Monasterio, o JW Marriott, o Casa Cartagena ou o hotel onde nós ficamos, o Aranwa) dispõem de tubulações especiais que liberam mais oxigênio nos quartos, ou então de máscaras de oxigênio que são emprestadas ou alugadas aos hóspedes.
O que sentimos
No meu grupo de viagem havia pessoas de idades variadas, condições físicas variadas e experimentamos o soroche de diferentes formas. Alguns se sentiram bastante nauseados, outros apenas sentiram a respiração um pouco mais difícil. Interessante notar que a pessoa mais fora de forma não foi quem se sentiu pior, e a pessoa mais velha não teve sintomas mais fortes do que os outros.
Comigo o mal-estar bateu ao chegar no hotel. Me senti zonza, mas durante o check-in tomei um chá e melhorei. Já era noite, e depois do jantar (no próprio hotel) dei só um pulinho na Plaza de Armas (que era bem perto) e voltei para dormir. Acordei no dia seguinte com uma dor de cabeça horrorosa, mas passou com uma CafiAspirina, que levei de casa, e com uma xícara de chá de coca. Durante os passeios da manhã, comi uma ou duas balinhas de coca quando senti a respiração um pouco mais curta, mas nada que pudesse chamar de ofegante.



segunda-feira, 9 de junho de 2014

Capítulo 17 - Perumbulando por ai...





Recebi um whatsapp de uma amiga dizendo que iria viajar para Lima e gostaria de algumas dicas de viagem. Sem pensar duas vezes, comecei a digitar uma mensagem e quando dei por mim já havia escrito um texto. Isso me deixou extremamente feliz, pois, sem querer, voltei a fazer uma das coisas que mais me dá prazer, além de viajar, é claro: escrever sobre minhas viagens!

Então, deixemos de conversa e vamos ”perumbular” um pouco pela cidade de Lima. A capital peruana foi fundada há 479 anos e possui uma população de aproximadamente nove milhões de habitantes.

Próxima da Linha do Equador, Lima, diferentemente de outras cidades, não sofre com o calor intenso e isso se deve, em parte, ao fato de se localizar as margens do Oceano Pacífico, bem como sofrer forte influência da corrente marítima Humboldt. Tais fatores, aliado a falta de chuvas durante quase todo o ano, fazem com que qualquer época seja apropriada para conhecer e desfrutar a cidade - a temperatura do verão e inverno é sempre agradável e varia entre 20-27°C e 15-19°C, respectivamente. 







Lima, apesar de não está entre as minhas cidades favoritas, tem seus encantos e possui muitos lugares interessantes para conhecer. O ideal é começar como uma caminhada na orla do Pacífico, principalmente no trecho que fica em Miraflores, entre o Parque del Amor e o Shopping Center Larcomar - o mais bonito da cidade! Não por causa de suas lojas, mas tão só pelo visual.

A propósito, quando forem reservar algum hotel, indico os bairros de Miraflores (agradável, com ótimos restaurantes e lojas) e San Isidro (relax, arborizado e com prédios modernos).

Uma coisa interessante de Lima é que a maioria de seus pontos turísticos podem ser visitados por conta própria, sem a ajuda de agências de turismo. Aproveitem para fazer uma caminhada pelo centro histórico da cidade. Nele encontramos a Plaza de Armas, a Catedral, o Palácio Episcopal, o Monastério de Santo Domingo e o Convento de São Francisco. Para não perder muito tempo com o trânsito, o ideal é ir ao centro no sábado ou no domingo.




















Por falar em trânsito, o de Lima é extremamente caótico. Portanto, se pensaram em alugar um carro, desistam! É melhor utilizar os serviços de táxis. Em relação a tais serviços, diria que tomar um táxi na porta do hotel ou reservar com o pessoal da recepção é geralmente mais caro. Antes de saírem, acertem previamente o valor da corrida com o taxista – os táxis de Lima não possuem taxímetro. E, finalmente, ao circularem pela cidade, todo cuidado é pouco! Attention com bolsas e câmeras!




Vale a pena fazer um passeio a Pachacamac (ruínas de uma grande cidade, com pirâmides e templos). Fica a aproximadamente 40 km do centro de Lima – durante o passeio, não esqueçam de usar tênis e tomar bastante água. O calor é de matar!




















Querem aproveitar a noite? Indico o Parque da Reserva (possui fontes aquáticas de diversas cores e formas) e a Praça Kennedy (também conhecida como Parque Central de Miraflores). Nesses lugares se concentram diversos bares, restaurantes, boates e lojas, a exemplo da Calle de las Pizzas, em frente ao Parque Kennedy.

Com tanta agitação, é bom parar um pouco para aproveitar o que o Peru tem de melhor, sua culinária. Comer bem em Lima é fácil e prazeroso. Vale a pena provar a tradicional cozinha peruana. Comer um cebiche é algo obrigatório. Não deixem de conhecer o Astrid & Gastón, considerado um dos melhores do mundo. Sugiro ainda uma passadinha no Huacca Pucclana, Picas e Central (culinária peruana); La Mar, Amor Amar e El Mercado (cevicheria); Pescados Capitales, Punto Azul e La Rosa Náutica (marisco e frutos do mar).


       


















Para finalizar, assistam a  um  show típico do Peru (o colorido dos vestuários é algo impressionante), tomem uma Inca Kola bem gelada, provem algumas balinhas de Coca e divirtam-se! Afinal, é o mínimo que merecemos! Hasta luego!

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Capítulo 16 - Natal, a cidade do sol.




Atenção senhores passageiros, última chamada para a cidade de Natal, embarque imediato pelo portão de número 3. Divirtam-se e Boa viagem!









Conhecida como a Cidade do Sol, já que o verão marca sua presença durante a maior parte do ano, Natal, capital do Estado do Rio Grande do Norte, foi fundada em 25 de dezembro de 1599. A capital Potiguar, além de possuir um litoral paradisíaco, ostenta os títulos de umas das cidades mais seguras do país e com a melhor qualidade de ar das Américas, características estas que a colocam no ranking de uma das cidades brasileiras mais procuradas para o turismo.









Para aqueles que gostam de curtir o tempo livre, Natal sempre será uma excelente opção, pois é sinônimo de lazer e diversão - principalmente quando se refere ao quesito sol e mar, eis que oferece 400 km de lindas paisagens, traduzidas em 66 praias de igual beleza. No litoral urbano, destaque para: Praia da Ponta Negra (super agitada e estruturada e onde se encontra o Morro do Careca, um dos mais belos cartões postais da cidade); Praia da Via Costeira (no centro da cidade, possui quase 9 km de praias e ainda dunas preservadas); Praia dos Artistas (também no centro, propícia para a prática do surf e com boa vida noturna); Praia do Meio (ideal para caminhadas e corridas, bem próxima ao centro da cidade); Praia do Forte (com ondas calmas e piscinas naturais, ideal para a prática do windsurfe e banhos - nela está o Forte dos Reis Magos, erguido sobre recifes na foz do Rio Potengi).












Para quem quer sair da cidade, no litoral Sul uma boa dica são as praias de Pirangi do Norte (onde está o maior cajueiro do mundo com uma copa de 8 mil metros quadrados, que produz cerca de 70 mil cajus todos os anos); Praia da Barra de Tabatinga (enseada de águas calmas e onde encontramos o Parque dos Tubarões); Praia de Pipa (Charmosa, sua vila tem belas praias, dunas e falésias – distante 90 quilômetros da capital potiguar, vale à pena ir! Além de charmosa, é repleta de bares, restaurantes, lojas e pousadas). 








No litoral Norte, encontramos a Praia de Rendinha (dela partem os famosos passeios de bugre do litoral); Praia de Genipabu (destaque especial para suas  dunas e passeios de bugues, que fazem do lugar um parque de diversões no meio do nada. Experimentem as manobras radicais nos montes de areia, passeios a bordo de dromedários, e ainda o aerobunda e esquibunda nas lagoas de Pitangui e de Jacumã); Praia de Maracajaú (vida marinha riquíssima em piscinas naturais).












Deleite para os viajantes, a cozinha potiguar é diversificada e cheia de sabor – influência indígena, africana e européia. Dentre os restaurantes, recomendo uma paradinha no: Restaurante Manary Hotel (atendimento e cozinha impecáveis, e ainda tem o prato da boa lembrança); Mangai (fica em bairro distante da Ponta Negra, mas vale realmente à pena), Tábua de Carne (muito bom! Saboroso rodízio de carnes,); Camarões Potiguar (cozinha de peixes e frutos do mar, um dos melhores que já fui); Casa de Taipa (bom e barato); Pizzaria Cipó Brasil (ambiente super diferente! pizza deliciosa com borda de gergelim).









Ah, bom lembrar! Chegando a Natal não se preocupem com acomodações, a cidade possui uma excelente infraestrutura de hotéis e pousadas com opções para todas as ocasiões e bolsos (boas opções nos bairros à beira-mar. Na Via Costeira, ao lado do Parque das Dunas, estão os hotéis de luxo da cidade. Na região da Praia do Meio, o mar calmo e a proximidade ao centro da cidade são as maiores vantagens). A Cidade do Sol também não decepciona aos amantes da noite – bons lugares para as baladas, charmosos bares e restaurantes, casas de espetáculos e danceterias.











Para os que aqui desembarcam, não se esqueçam de levar consigo seus pertences de mão, como óculos escuros e protetor solar; bebam bastante água e tomem caipifrutas; respeitem os limites de acesso ao mar; procurem fazer caminhadas calçados e evitem a prática de esportes radicais se não estiverem em forma. Obrigado por escolher o Extra para sua Viagem! Até a próxima!

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Informações sobre Natal - Rio Grande do Norte

Município do Natal
"Cidade do Sol"
"Noiva do Sol"
"Capital Espacial do Brasil"
"Londres Nordestina"
Do alto, da esquerda para a direita: Fortaleza dos Reis Magos, foto noturna do Bairro Tirol, Ponte Newton Navarro, Teatro Alberto Maranhão, Estádio João Machado (Machadão), Catedral Metropolitana de Natal e vista do Morro do Careca e Praia de Ponta Negra.

Do alto, da esquerda para a direita: Fortaleza dos Reis Magos, foto noturna do Bairro Tirol, Ponte Newton Navarro, Teatro Alberto Maranhão, Estádio João Machado (Machadão), Catedral Metropolitana de Natal e vista do Morro do Careca e Praia de Ponta Negra.
Bandeira do Natal
Brasão do Natal
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 25 de dezembro
Fundação 25 de dezembro de 1599 (412 anos)
Gentílico natalense
Padroeiro(a) Nossa Senhora da Apresentação
Prefeito(a) Micarla de Sousa (PV)
(2009–2012)
Localização
Localização do Natal

Localização do Natal no Rio Grande do Norte

Natal (Rio Grande do Norte) está localizado em: Brasil
Localização do Natal no Brasil
05° 47' 42" S 35° 12' 32" O
Unidade federativa  Rio Grande do Norte
Mesorregião Leste Potiguar IBGE/2008
Microrregião Natal IBGE/2008
Região metropolitana Natal
Municípios limítrofes Norte: Extremoz;
Sul: Parnamirim;
Leste: Oceano Atlântico;
Oeste: Macaíba e São Gonçalo do Amarante.
Distância até a capital 2 507 km
Características geográficas
Área 170,298 km² (RN: 104º)
População 810 780 hab. (RN: 1°) –  IBGE/2011
Densidade 4 760,95 hab./km²
Altitude 30 m 
Clima tropical úmido
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH 0,788 (RN: 1°) – médio PNUD/2000
PIB R$ 8 656 932,020 mil (BR: 39º) – IBGE/2008
PIB per capita R$ 10 847,40 IBGE/2008

quinta-feira, 15 de março de 2012

Medo de Avião - Letra e Música - Belchior

 

Foi por medo de avião
Que eu segurei
Pela primeira vez
A tua mão
Um gole de conhaque
Aquele toque em teu cetim
Que coisa adolescente
James Dean...
Foi por medo de avião
Que eu segurei
Pela primeira vez
A tua mão
Não fico mais nervoso
Você já não grita
E a aeromoca, sexy
Fica mais bonita...
Foi por medo de avião
Que eu segurei
Pela primeira vez
A tua mão
Agora ficou fácil
Todo mundo compreende
Aquele toque Beatle
I wanna hold your hand
Agora ficou fácil
Todo mundo compreende
Aquele toque Beatle
I wanna hold your hand
Aquele toque Beatle
I wanna hold your hand...
Yeh, Yeh, Yeh!
Yeh, Yeh, Yeh!
Yeh, Yeh, Yeh!
Yeeeh!
 
 
Vídeo: http://letras.terra.com.br/belchior/44458/

terça-feira, 13 de março de 2012

Capítulo 15 - Sonho de Ícaro




Depois de ouvir Belchior, uma frase não mais saiu da minha cabeça: “foi por medo de avião, que segurei pela primeira vez a tua mão”. Por isso, resolvi escrever sobre o tema. Sem dúvida, viajar é muito bom e prazeroso, porém para algumas pessoas representa uma verdadeira tormenta, principalmente quando o deslocamento tem que ser feito de avião.

Outro dia, em um blog, li que só há dois tipos de passageiros: os que têm medo de voar e os mentirosos - Certamente, enquadro-me no primeiro tipo! Apesar de acostumado a viajar pelo mundo, confesso que ainda sinto aquele friozinho na barriga na hora de voar. Todavia, isso é perfeitamente normal, até porque “nosso corpo foi planejado para nos salvar e nos ajudar a lidar com todo tipo de perigo”. Logo, o medo é inerente ao ser humano e deve ser compreendido como uma função do comportamento saudável, necessária e imprescindível para a proteção da vida.

Estudos demonstram que pelo menos 40% da população brasileira sofre de ptesiofobia, ou melhor, medo de viajar de avião. E, aqui, devemos diferenciar o medo da fobia. O medo de viajar de avião é um estado de alerta de nosso organismo e que não impede a pessoa de fazer suas viagens, apesar dos desconfortos gerados pelo ato. Já a fobia, considerada por muito médicos e psicólogos como um Transtorno de Ansiedade, constitui uma patologia e faz com que, além outras condutas, as pessoas cheguem muitas vezes ao extremo de sequer se imaginar entrando em uma aeronave.




Apesar de ser comum, é importante dizer que não existe quadro de fobias iguais. Cada indivíduo tem uma história pessoal, uma vivência própria, razões muito particulares para ter desenvolvido medo de voar. As causas de tais transtornos são multifatoriais (genéticos, neuroquímicos, socioculturais, tipos de personalidade, experiências ruins, medos de acidentes, medo de altura, claustrofobia). O certo é que, é a partir delas que os tratamentos ou as melhores técnicas de enfrentar as adversidades serão viabilizados.

A psicóloga Elizabeth Guedes nos ensina algumas dicas importantes para tornar a viagem a melhor possível. O primeiro passo é compreender que o problema não é exterior a você - andar de avião é uma das maneiras mais seguras de viajar, por isso não é o avião que lhe causa medo. O problema são as emoções que você próprio criou. Assim, a única maneira de superar uma fobia é conhecê-la e enfrentá-la.



Assim, para ter uma boa viagem, façam exercícios de respiração (são importantes para controlar a ansiedade durante o voo); pensem em situações ou lembranças que remetam a momentos de paz e segurança; concentrem-se em alguma atividade durante o voo (ler livros, jogar, ouvir música, fazer palavras cruzadas, etc.); evitem pensar muito sobre o voo (pensar na finalidade da viagem - férias, visita de parentes, negócios – ajuda muito). Além disso, chegar com antecedência ao aeroporto também é bom - a pressa só aumenta a ansiedade!

Para os casos de fobias, se as técnicas sugeridas não ajudarem muito, as pessoas devem buscar ajuda no uso de medicamentos e em terapias, principalmente da área cognitivocomportamental. A mais utilizada tem sido a técnica da dessensibilização sistemática, que consiste em enfrentar o medo aos poucos - quem sofre com a possibilidade de colocar os pés num avião e só viaja sob efeito de calmantes pode, primeiro, propor-se visitar o aeroporto, depois fazer voos curtos, sem usar tranquilizantes, e, gradativamente, expor-se a voos mais longos.



Não esqueçam que “a imaginação tem mais força que o conhecimento”. Se você tem medo de viajar de avião, o medo torna-se um hábito subconsciente, que o aprisiona ou pelo menos o limita. Lembrem-se, “dentro desse túnel tem luz” - não devemos e não podemos ser reféns de nosso cérebro emocional. Assim, quando tiverem superado seus medos, vocês verão que a vida é bem melhor.

Portanto, ultrapassem as fronteiras! Modifiquem esse estado de temor e tenham UM BOM VOO e UMA EXCELENTE VIAGEM!