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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

12 dicas para viajar barato



 

 
1. Tem ferias pra tirar? Mantenha um olho no melhoresdestinos.com.Br. O blog é o melhor jeito de encontrar passagens baratas pra dentro e fora do Brasil. Foi ali que descobri uma Porto Alegre - Lisboa por 1.200 reais, ida e volta. E uma Porto Alegre - NY por mil reais, ida e volta.

2. Com a passagem comprada, é hora de procurar acomodação. Minhas únicas três regras pra alugar um hotel/apartamento: a) ser perto de uma estação de metro b) ser numa região habitada, que da pra andar a noite e fazer coisas a pe de dia e c) ser transável, ou seja, que não deixe a minha mulher com nojo ao ponto de não querer transar comigo (tarefa já bastante árdua), afinal de contas é meio por causa disso que as pessoas viajam, não é?

3. Pra achar onde ficar faço uma pesquisa no hotéis.com ou booking.com, e um novo fantástico pequeno site que descobri faz pouco: airbnb. Aqui você encontra apartamentos espetaculares em todo o mundo, normalmente com preços mais baixos - e quando mais caros, provavelmente incríveis demais e valem totalmente a pena o investimento (foi meu caso em Amsterdã, onde aluguei um barco inacreditável pra ficar duas noite dormindo no canal do melhor bairro da cidade. Bicicletas inclusas.

4. Se for conhecer mais de uma cidade, como foi o meu caso, faca o roteiro com base nas barganhas. Voar na Europa pela ryanair.com custa, as vezes, 10 euros, com todas as taxas. Foi o que paguei de Porto pra Milão e de Milão pra Budapeste. Ok, você acaba em aeroportos periféricos, mas enfim, acaba conhecendo outras cidadezinhas. E aqui entra outra dica importante:

5. Carry on lugage. Malas que você pode levar on board, sem precisar despachar. Mulheres provavelmente terão problemas em viajar com tão pouco espaço, mas malas pequenas economizam taxas de despacho e tempo no checkin (que pode ser feito pela internet). Plus: se a mala esta sempre com você, impossível ser mandada por engano pra, digamos, Luang Brabang.

6. Ônibus! Se viajar de ônibus é tão normal por aqui, porque não fazer o mesmo lá? Todo mundo fala de low cost flys e trens baratos na Europa, mas a eurolines.com tem passagens, por exemplo, de Bruxelas pra Amsterdã, a 7 euros.  Budapeste a Praga por 10 euros! Quase um vigésimo (!) da passagem de trem.

7. In Ricardo freire we trust. Se tiver alguma duvida sobre qualquer coisa relacionada a viagens, provavelmente a sua duvida já foi respondida por alguém no blog do Ricardo, o Viaje na Viagem. Foi lá que ouvi pela primeira vez "em Berlim fique no Mitte" e "o passeio de barco no acender das luzes em NY vale a pena", entre tantas outras dicas fundamentais.

8. IPhone, meu melhor amigo. Antes da viagem baixei aplicativos do guia de viagens Lonely Planet de cada cidade que ia visitar. Eles tem mapas, dicas de restaurantes e pontos de interesse próximos de onde você estiver, tudo offline! Minha escala de bonzisse dos apps seria:
Ouro: os apps da Lonely Planet - espertos e práticos.
Prata: os apps da mTrip - espertos, mas um pouco engessados.
Bronze: os apps da revista Viagem e Turismo (ruins demais, dependentes de wifi, coisa nem sempre fácil de encontrar às 3 da manhã no meio de um bairro doidão de Praga)

9. Trip advisor. O site que virou a Meca das dicas de viagens tem um app pra iPhone e quebra muitos galhos. Ele elenca apenas lugares para ver, comer e beber na cidade, e forma um ranking segunda votacao de quem ja foi la. Por exemplo: é nele que o Noordzee aparece em primeiro lugar no ranking de restaurantes em Bruxelas. Pra quem não sabe o que é, o Noordzee é o restaurante de rua mais louco e ducaralho que eu já fui na vida. Google it.

10. Walking tours. MUITO menos constrangedoras que aquele ônibus vermelho com um guia animado demais e algumas senhoras com dificuldade de locomoção, as walking tours são mais baratas, divertidas, informativas e bem frequentadas. Os guias são jovens, moram na cidade e falam num inglês super entendível. Normalmente são duas horinhas de caminhada, e é o jeito mais fácil de descobrir detalhes sobre a história do país, como vive quem mora lá, e claro, os melhores lugares pra curtir a noite.

11. Pelo menos pra mim, em nenhuma das 11 cidades que conheci, valeria a pena ter comprado o City Pass, aquele cartão que dá acesso ilimitado ao metro. Primeiro porque o metro geralmente é muito barato. Segundo porque você pode economizar essa grana pra pegar alguns taxis quando o cansaço bater. E terceiro: provavelmente você poderia estar indo de um ponto ao outro... Hum, como é mesmo o nome daquilo... A PÉ! Tipo, quais as chances de esbarrar num boteco fenomenal quando você está a 30 metros debaixo da terra?

12. IOF - Pra diminuir a gastança de real no exterior, o governo aumentou há alguns meses o Imposto sobre Operação Financeira. Antes disso você podia viajar e pagar todas as contas do exterior no cartão de crédito que o imposto era 0,38%. Agora, segura o fôlego, 6,38%. Pra fugir desse tufo tem dois jeitos: 1. comprar um cartão pré-pago antes de viajar, estilo Visa Travel Money, que custa uns 15 reais dependendo do seu banco e paga IOF de 0,38% nas compras do exterior; ou 2. sacar dinheiro no exterior, em caixas eletrônicos, e pagar tudo na grana. Nessa segunda opção você paga U$ 2,50 por saque + IOF de 2,5%.

Origem: http://wp.kzuka.com.br/calaabocapiangers/2011/07/29/12-dicas-para-viajar-barato/

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